Publicado por: lainemar em: 11/12/2009
Às 9 horas daquela manhã chuvosa do último sábado 05 de dezembro de 2009, em pleno Parque do Ibirapuera na cidade de São Paulo, parecia que nada de novo aconteceria naquele local. Mas aos poucos os convidados da ABD como participantes da Caminhada pela Divulgação da Dislexia, iam chegando e vestindo suas camisetas amarelas.
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A mancha amarela iniciou a concentração e recebeu o Sol como um convidado que também foi chegando e tomando o lugar da garoa paulistana, iluminando cerca de 140 participantes na caminhada de aproximadamente 3 quilômetros ao redor do parque.
Entre os caminhantes estavam adultos e crianças de todas as idades, com seus familiares e amigos, além de cães de estimação. Por cerca de 2 horas o Parque do Ibirapuera destacava entre as verdes árvores, o amarelo se integrando a paisagem, enquanto os participantes da caminhada chamavam a atenção dos visitantes habituais do parque numa manhã de sábado.
A pergunta que, silenciosamente, mais se ouvia era: Você sabe o que é dislexia? – frase estampada em cada camiseta. Mas poucos ousaram ler em voz alta e saber a resposta.
Tudo bem! Foi uma caminhada silenciosa, que só mostrou seu “grito de guerra” no meio do percurso, mas seguiu em frente na certeza de ter feito mais um movimento em prol da divulgação da existência da dislexia. Um distúrbio que acomete considerável parte da população, mas está adormecido dentro de crianças e adultos, que buscam esta compreensão, esta inclusão, esta liberdade de ser diferente e ao mesmo tempo igual.
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Àqueles que estiveram presente, nosso fraterno agradecimento, e aos que não puderam estar lá, fica aqui o convite para somar forças neste grito de apoio à comunidade, passo a passo. Até a próxima!
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Texto por Valdir Franzisko
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Publicado por: lainemar em: 30/10/2009
por Tania Maria de Campos Freitas(*) |
| [Agosto/2009]Toda criança se apresenta motivada para aprender a ler, principalmente se em sua casa seus familiares são leitores contumazes, se têm o hábito de ler, e principalmente, se o fazem por prazer.Então, nos perguntam pais e professores, por que nem todo jovem aprende, mesmo estando estimulado? Ou no mínimo, manifesta dificuldades na aquisição deste processo? Esta é, sem dúvida a maior preocupação dos profissionais das áreas de educação e saúde que num esforço conjunto e contínuo, estudam, pesquisam e procuram embasar-se de conhecimento, para entender os motivos causadores destas ineficiências manifestas.
Sabemos que a maior parte dos jovens aprende ler de forma rápida e tranquila, todavia há outros que apesar de muito esforço pouco progridem, demonstrando claramente que ocorre algo fora de seu controle. Podemos levantar várias causas deste confronto, sendo as mais comuns oriundas de questões educacionais, como metodologias impróprias, estratégias de ensino inadequadas, ou sociais, como o fato da cultura não ser propriamente uma questão prioritária para os governantes do País. Entretanto, observamos que apesar destas questões, a maioria das crianças, assimila a habilidade de ler sem maiores problemas. E como isto de fato ocorre, voltamos à questão: por alguns não aprendem embora sejam inteligentes, tenham família e escolaridade favorecedoras? A ciência, mais especificamente, as neurociências, nos oferecem farta literatura sobre estas questões e corroboram com dados acerca da Dislexia, este transtorno raro sim, mas que afeta crianças, jovens e adultos, prejudicando seus processos de aprendizagem, além dos demais aspectos de suas vidas. Hoje há equipe de profissionais multidisciplinares que buscam entender quais as causas das dificuldades que seus clientes apresentam, através de baterias de testes padronizados, sob um viés rigoroso, competente e qualitativo das habilidades e deficiências demonstradas; além da contribuição inequívoca das ressonâncias magnéticas funcionais, que mostram imagens do cérebro em funcionamento e nos permite saber onde e como a dislexia se apresenta. Mesmo com tantas evidências e provas científicas, há indivíduos que questionam a existência da dislexia, argumentando que há “uma patologização da educação”. Tal posicionamento deixa clara demonstração de falta de conhecimento científico, já que entendemos, obviamente, que a existência de transtornos de aprendizagem, como a dislexia, no caso, não refuta as demais questões que também podem causar dificuldades em nossos jovens. Esta posição além de se configurar como um retrocesso à Ciência (assim como ocorreu na Idade Média), acima de tudo impede que tantas crianças, jovens e adultos possam se beneficiar de metodologias mais específicas às suas necessidades, impede ainda que estratégias sejam desenvolvidas propiciando melhor qualidade de vida a estes portadores! Resta assim a questão, o que buscam estes indivíduos que negam o progresso e a ciência, o que visam? E que propostas trazem de concreto aos alunos que passam de escola para escola, numa tentativa alucinada de obterem o direito de serem letrados? Que respostas dão aos pais e professores que se encontram perdidos frentes a estas dificuldades? |
Publicado por: lainemar em: 30/10/2009
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MAIORES INFORMAÇÕES PELOS TELEFONES: 011 – 3231-3296 OU ACESSE O SITE www.dislexia.org.br
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Publicado por: lainemar em: 30/10/2009
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Publicado por: lainemar em: 30/10/2009
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Publicado por: lainemar em: 01/10/2009
A ABD – Associação Brasileira de Dislexia e o CEEC – Centro de Estudos e Eventos Científicos apresentam mais um filme com tema dislexia.

“COMO ESTRELAS NA TERRA ”
O filme traz a emocionante história de Ishaan Awasthi, um garoto de 9 anos.
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Sinopse do filme
“Taare Zameen Par – filme da produção de Bollywood - conta a história de uma criança que sofre com dislexia e custa a ser compreendida. Ishaan Awasthi, de 9 anos, já repetiu de ano uma vez e corre o risco de repetir de novo. As letras dançam em sua frente, como diz, e não consegue acompanhar as aulas nem focar sua atenção. Seu pai acredita apenas na hipótese de falta de disciplina e trata Ishaan com muita rigidez e falta de sensibilidade. Após serem chamados na escola para falar com a diretora, o pai do garoto decide levá-lo a um internato, sem que a mãe possa dar opinião alguma. Tal atitude só faz regredir em Ishaan a vontade de aprender e de ser uma criança. Ele visivelmente entra em depressão, sentindo falta da mãe, do irmão mais velho, da vida… . Inesperadamente, um professor substituto de artes entra em cena e tão logo percebe que algo de errado estava pairando sobre Ishaan. Não demorou para que o diagnóstico de dislexia ficasse claro para ele, o que o leva a por em prática um ambicioso plano de resgatar aquele garoto que havia perdido sua réstia de luz e vontade de viver.” |
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Após a exibição acontecerá um debate sobre o tema com os profissionais da ABD
Data: 17/out/09 – sábado – das 14h00min às 17h00
no AUDITÓRIO DA ABD
Avenida Angélica,2318 – 7º andar – Higienópolis – São Paulo-SP
Publicado por: lainemar em: 15/09/2009
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| A constatação de que uma criança possui uma dificuldade, seja ela leve ou severa, provoca nos pais uma grande ansiedade. No caso da dislexia, junto com o diagnóstico, vem também a certeza que essa criança sempre enfrentará dificuldades maiores do que as pessoas que não têm dislexia.
Segundo Buscaglia (pg. 148 – 1983), os pais reagem de diversos modos, frente às dificuldades do filho: A negação é primeira reação dos pais. Mas o simples fato de procurarem ajuda ou buscarem um diagnóstico, significa, em alguns casos, que eles sabem que há algo de errado e precisam buscar apoio. Depois, vem a culpa. A sensação de que poderiam ter percebido antes, ter procurado um diagnóstico mais cedo. Culpa por terem cobrado demais, exigido um desempenho maior, ou porque julgaram o comportamento do filho como preguiça ou falta de interesse pelos estudos. Os pais também se sentem muito confusos, perdidos, querem ajudar o filho, procurar uma escola melhor, o melhor profissional, o melhor método. Querem fazer, agir, mas não sabem como e nem por onde começar. Buscam opiniões, conselhos de profissionais e até de outros pais que passam pela mesma situação. Alguns acabam se desesperando, sentem-se derrotados e impotentes diante das dificuldades enfrentadas pelo filho. A depressão ou a tristeza podem aparecer em determinados momentos, embora em outros, os pais possam se sentir fortes e confiantes. Aceitar e entender o que está acontecendo com o filho é o primeiro passo da longa jornada que se inicia com o diagnóstico. É preciso que os pais também passem por um período de aprendizado e de adaptação. Antes da aceitação, porém, esses pais passam por todo o processo de luto, de perda do filho idealizado e eles devem ser acolhidos, ouvidos, acalentados. É exigido tanto desses pais que às vezes eles sentem vontade de desistir, de parar com todas as tentativas de buscar uma solução. É necessário um tempo para eles falarem, chorarem e também ouvirem. É a hora de cuidar do cuidador. Para o filho, ter os pais ao seu lado e enfrentando juntos as dificuldades, dá uma sensação de proteção e de apoio. É importante também ajudá-lo a entender que cada pessoa é diferente da outra, mesmo entre as que não possuem nenhuma dificuldade. Cada ser é único em sua individualidade, com suas qualidades, defeitos e limitações. Descobrir as qualidades e habilidades do filho e exaltá-las é um bom começo para essa nova jornada que deve ser trilhada com paciência, tolerância e muito amor! |
Publicado por: lainemar em: 15/09/2009
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Curso dirigido a pais e familiares de disléxicos diagnosticados na ABD
a ser realizado nos dias 2 (sexta) e 3 (sábado) de Outubro na sede da ABD em São Paulo-SP. O CEEC – Centro de Estudos e Eventos Científicos da ABD preocupado em acolher a família do portador de dislexia, promoverá uma jornada no primeiro semestre deste ano. Neste evento serão abordados alguns temas que irão auxiliar os pais a compreenderem melhor seus filhos, dando-lhes uma perspectiva de interagirem de forma mais adequada na dinâmica familiar, lidando com as suas dúvidas, preocupações e ansiedades. Os temas abordados, dentre outros, serão:
Para mais informações contate-nos |
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Publicado por: lainemar em: 09/09/2009
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Publicado por: lainemar em: 13/07/2009
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